
Nunca antes na história desse Campeonato Brasileiro de pontos corridos houve tanto equilíbrio na disputa do título. Em termos aritméticos, a lógica aponta que do primeiro ao sétimo colocado todos têm chances de conquistar o título, faltando 7 rodadas para o final.
Faço abaixo uma análise do que vejo em cada um dos sete postulantes para essa reta final de arrepiar. Pela ordem de classificação ao final da rodada 31.
Palmeiras - Teve tudo para, a essa altura do campeonato, já estar festejando a conquista. Mas de todos os postulantes ao título é o que atravessa o pior momento. Quatro jogos sem vitória, três derrotas consecutivas sem fazer um gol. O líder é uma grande incógnita. Tem faltado tudo ao Palmeiras, de futebol a personalidade e alternativas. Ainda tem as melhores possibilidades, mas deixou de inspirar confiança. Faz quatro jogos em casa e três fora. Um desses como mandante é o clássico contra o Corinthians. Dos adversários diretos, enfrenta Goiás e Atlético Mineiro, ambos em casa. Tem Muricy, um especialista em administrar vantagens, mas que ainda não colocou em prática o que fez nos últimos três anos. Não terá Cleiton Xavier, um de seus melhores jogadores, na reta decisiva.
Atlético Mineiro - É o time mais regular do grupo que briga pelo título. Esteve mais rodadas entre os 4 primeiros, arrancou bem, caiu, se recuperou. Faz três jogos em casa e quatro fora. Em casa enfrenta dois advesários diretos, Inter e Flamengo, e pega o Palmeiras fora. Foi o time que mais se qualificou nessa caminhada e entra como uma surpresa no grupo dos favoritos (eu mesmo confesso que não acreditava nas chances de o Galo brigar pelo título, mas ele chegou). Resta saber se haverá a dose de risco que sempre faltou a Celso Roth em momentos decisivos. Diego Tardelli em grande fase, Ricardinho na coordenação e o Mineirão sempre lotado são as armas.
Internacional - Joga três vezes em casa e quatro fora, mas pega Galo e São Paulo longe do Beira-Rio. Era o favorito de quase todo mundo, mas sempre negou fogo nas muitas oportunidades que teve para assumir a ponta. Tem como grande arma a volta de Giuliano, grande revelação do clube e talento indispensável para uma reta de chegada. Grande desafio, também, para o técnico Mário Sérgio, que nos últimos tempos tem apenas treinado times para não cair e agora tem a possibilidade real de disputar um título. Qual será a postura dele e do time? O elenco é dos melhores.
São Paulo - De todos os times que disputam o título é o único que já provou ser capaz de grandes viradas e superações. A base da conquista de 2008 está mantida e a vitória sobre o Santos foi espetacular. Embora não seja um time brilhante, é de perfil decisivo e talvez seja o único com a capacidade psicológica de, se assumir a liderança, conservá-la sem deixar a mesma escapar. Tem a seu favor o crescimento de produção de jogadores fundamentais na reta de chegada, como Hernanes e Jorge Wagner. Joga quatro vezes em casa e apenas uma contra um adversário realmente direto, o Inter. Termina em casa contra o Sport.
Flamengo - Conseguiu uma grande arrancada e entrou na briga com a vitória sobre o Botafogo (mesmo tendo sido um time muito recuado no segundo tempo, que correu riscos desnecessários). Tem dois acima da média, Adriano e Petkovic, o que não é pouco. Aliás, é muito. Tem um adversário histórico, o oba-oba quase incontrolável dos torcedores e de parte da mídia, que muitas vezes contamina o elenco. Também possui experiência de sobra para lutar contra isso. Joga três vezes em casa e quatro fora. Uma das partidas como visitante será espetacular, contra o Atlético, no Mineirão.
Cruzeiro - É o melhor time do segundo turno e paga um alto preço pela depressão pós-Libertadores. Joga quatro vezes em casa e três fora. Não enfrenta mais nenhum adversário direto, o que pode ser bom e ruim. Bom por ter adversários teoricamente mais fracos. Ruim por não poder mais tirar pontos de quem está à frente dele. Enfrentará ainda três dos times que lutam para não cair: Santo André, Fluminense e Sport.
Goiás - Caiu muito de produção nas últimas rodadas. Parece estar faltando força e capacidade de decisão. A defesa é o ponto fraco do time, a pior dos sete primeiros colocados, com 51 gols sofridos. Tem jogadores experientes e técnicos do meio para a frente, mas dos sete é o que vive talvez a situação menos favorável. Até a Libertadores, que parecia certa, corre riscos. Joga três vezes em casa e quatro fora. Mas enfrenta Palmeiras, Atlético Mineiro, São Paulo e Flamengo. Ou seja, pode tirar pontos de quatro que estão à sua frenete.
Faço abaixo uma análise do que vejo em cada um dos sete postulantes para essa reta final de arrepiar. Pela ordem de classificação ao final da rodada 31.
Palmeiras - Teve tudo para, a essa altura do campeonato, já estar festejando a conquista. Mas de todos os postulantes ao título é o que atravessa o pior momento. Quatro jogos sem vitória, três derrotas consecutivas sem fazer um gol. O líder é uma grande incógnita. Tem faltado tudo ao Palmeiras, de futebol a personalidade e alternativas. Ainda tem as melhores possibilidades, mas deixou de inspirar confiança. Faz quatro jogos em casa e três fora. Um desses como mandante é o clássico contra o Corinthians. Dos adversários diretos, enfrenta Goiás e Atlético Mineiro, ambos em casa. Tem Muricy, um especialista em administrar vantagens, mas que ainda não colocou em prática o que fez nos últimos três anos. Não terá Cleiton Xavier, um de seus melhores jogadores, na reta decisiva.
Atlético Mineiro - É o time mais regular do grupo que briga pelo título. Esteve mais rodadas entre os 4 primeiros, arrancou bem, caiu, se recuperou. Faz três jogos em casa e quatro fora. Em casa enfrenta dois advesários diretos, Inter e Flamengo, e pega o Palmeiras fora. Foi o time que mais se qualificou nessa caminhada e entra como uma surpresa no grupo dos favoritos (eu mesmo confesso que não acreditava nas chances de o Galo brigar pelo título, mas ele chegou). Resta saber se haverá a dose de risco que sempre faltou a Celso Roth em momentos decisivos. Diego Tardelli em grande fase, Ricardinho na coordenação e o Mineirão sempre lotado são as armas.
Internacional - Joga três vezes em casa e quatro fora, mas pega Galo e São Paulo longe do Beira-Rio. Era o favorito de quase todo mundo, mas sempre negou fogo nas muitas oportunidades que teve para assumir a ponta. Tem como grande arma a volta de Giuliano, grande revelação do clube e talento indispensável para uma reta de chegada. Grande desafio, também, para o técnico Mário Sérgio, que nos últimos tempos tem apenas treinado times para não cair e agora tem a possibilidade real de disputar um título. Qual será a postura dele e do time? O elenco é dos melhores.
São Paulo - De todos os times que disputam o título é o único que já provou ser capaz de grandes viradas e superações. A base da conquista de 2008 está mantida e a vitória sobre o Santos foi espetacular. Embora não seja um time brilhante, é de perfil decisivo e talvez seja o único com a capacidade psicológica de, se assumir a liderança, conservá-la sem deixar a mesma escapar. Tem a seu favor o crescimento de produção de jogadores fundamentais na reta de chegada, como Hernanes e Jorge Wagner. Joga quatro vezes em casa e apenas uma contra um adversário realmente direto, o Inter. Termina em casa contra o Sport.
Flamengo - Conseguiu uma grande arrancada e entrou na briga com a vitória sobre o Botafogo (mesmo tendo sido um time muito recuado no segundo tempo, que correu riscos desnecessários). Tem dois acima da média, Adriano e Petkovic, o que não é pouco. Aliás, é muito. Tem um adversário histórico, o oba-oba quase incontrolável dos torcedores e de parte da mídia, que muitas vezes contamina o elenco. Também possui experiência de sobra para lutar contra isso. Joga três vezes em casa e quatro fora. Uma das partidas como visitante será espetacular, contra o Atlético, no Mineirão.
Cruzeiro - É o melhor time do segundo turno e paga um alto preço pela depressão pós-Libertadores. Joga quatro vezes em casa e três fora. Não enfrenta mais nenhum adversário direto, o que pode ser bom e ruim. Bom por ter adversários teoricamente mais fracos. Ruim por não poder mais tirar pontos de quem está à frente dele. Enfrentará ainda três dos times que lutam para não cair: Santo André, Fluminense e Sport.
Goiás - Caiu muito de produção nas últimas rodadas. Parece estar faltando força e capacidade de decisão. A defesa é o ponto fraco do time, a pior dos sete primeiros colocados, com 51 gols sofridos. Tem jogadores experientes e técnicos do meio para a frente, mas dos sete é o que vive talvez a situação menos favorável. Até a Libertadores, que parecia certa, corre riscos. Joga três vezes em casa e quatro fora. Mas enfrenta Palmeiras, Atlético Mineiro, São Paulo e Flamengo. Ou seja, pode tirar pontos de quatro que estão à sua frenete.
(Fonte: Blog do Noriega )
E você, torcedor tricolor, o que pensa dessa reta final do Brasileirão? Será que o Jason vai passar por cima outra vez?
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baXOo. W'R'S disse...
Sinceramente dos 7 que ainda brigam, Palmeiras, São Paulo e Atletco Mg são, na minha opinião, os favoritos ao titulo. Inter ainda pipoca mto nas retas finais; Goias não vem sendo regular; Flamengo deu uma incrivel arrancada, mas pela pressão de ser o Grande do Rio, e até Brasil, faz pesar responsabilidades; o Cruzeiro como o próprio texto diz... não tem cofrontos diretos, ou seja, vai depender dos outros, péssimo; E das minhas apostas: São Paulo é o mais estável, apesar de tudo, tem jogadores do ano passado, passaram por essa faze já, e isso é uma grande arma; Atletico Mg tem um time compacto, e aliado aos jogos em casa é mto forte e o meu Palmeiras só depende da raça, que o elenco reduzido de "craques" ou mesmo jogadores acima da média, demonstrou na arrancada que o deixou em 1º lugar no Certame. Agr é só aguardar essa reta final que promete grandes emoções!!!
Abraços ^^
27/10/09 00:41